sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Entrevista: A chave desta Alicia.

A primeira vez que Alicia cantou em Manila foi há quatro anos atrás, onde ela experienciou seu primeiro terremoto.

Não que ela não tenha ficado assustada. Mas existem muitas outra coisas que sacondem a contora/compositora de 27 anos, ganhadora de 11 Grammy Awards.

Tendo viajado pelo mundo, Alicia tem sido testemunha dos danos causados pelo HIV/Aids, nas crianças na África. Isto fez com que ela prontamente se envolvesse com a funadação Keep A Child Alive, responsável pelo tratamento crucial de famílias na região do Sub-Saara.

Ela é ainda membro de vários grupos nos USA que motivam e inspiram jovens a se engajarem no mundo das artes.

Nascida em NY e filha única de uma união multi-racial (sua mãe é Italico-irlandesa; seu pai Jamaicano), Alicia foi afortunada por ter recebido treinamento musical muito cedo. Ela começoua tocar piano aos 07 e oas 14 anos já se apresentava em pequenos clubes.

Matriculou-se na Columbia University após receber bolsa integral, entretanto abandonou o curso dois anos depois para seguir sua carreira musical.

Conheceu o produtor musical Clive Davis e selou destino. Ela assinou contrato com a Arista e em seguida foi transferida para a JRecords. Já lançou 4 albúns, os quais já venderam mais de 30 milhões de cópias.

Duas semanas antes de retornar a Manila para um show em 05 de Agosto no SM Mall of Asia Complex in Pasay, Alicia conversou com a Inquirer por telefone:

Você já vivenciou alguma experiência não muito usual neste período de turnê?

Nos show que fizemos na Europa existia um elevador no palco. De alguma forma, uma garota entrou pelo backstage, subiu as escadas e ficou no topo do elevador, enquanto eu estava lá também. Muito louco. Algo bem audacioso por parte dela.

No seu site foi noticiado que você pretende se aposentar aos trinta anos para poder viajar pelo mundo. Dentre os locais que você já esteve, quais você gostaria de voltar e passar mais tempo?

Na Europa... definitivamente a Grécia... Eu gostaria de experienciar mais da América do Sul. Eu gostaria de ir a muitos lugares na África... Tanzania, Somália... Eu também gostaria de ir além, tipo Fiji e ilhas fora da França, todos os lugares possivéis.

Algum destes lugares é especial para você?

A Espanha é muito especial por causa das pessoas, da cultura, da comida e da música... eu amo Flamenco. Egito é muito interessante, espiritual e histórico, assim como a Grécia...

Você foi muito bem conceituada pela mídia e vendeu muito com os seus quatro albums. Qual deles foi o mais difícil de gravar?

Provavelmente o último ( AS I AM)... Muitas coisas estavam ocorrendo na minha vida pessoal... mas tudo isso me deu muito o que falar.

Quem, dentre as suas influências musicais, impactou mais profundamente o seu trabalho?

Eu diria que Stevie Wonder e Nina Simone... Stevie me fez procurar e experimentar ao máximo... ir profundamente nas letras, sons e melodias... Nina Simone sempre me encorajou para que eu fosse única...

Você aprendeu piano clássico e absorveu diferentes estilos musicais. O que no hip hop te fascina?

Tudo. Eu amo a pulsação dele, a urgência, a honestidade, a alma... Na sua forma pura é definitivamente criativo... e representa o que me é familiar na vida, por isso que eu amo.

Como você se sentiu por ter sido mencionada em músicas por outra pessoa, como por exemplo, Bob Dylan?

Eu amo.

Esta é sua segunda vez em Manila. Sua performance foi dita como elaborada, grandiosa. Ela sempre foi assim?

É muito parecida com que já fiz antes, contudo nós estamos melhores e há novas músicas.

Qual foi a coisa mais louca que as pessoas disseram sobre você?

A mais insana foi que eu era filha ilegítima de Clive Davis.

O que você gostaria de dizer aos seus fãs Filipinos?

Estou extremante ansiosa para voltar. Da última vez, eu experienciei meu primeiro terremoto, agora nós é que vamos balançar a terra com muita música.

Você sabe que irá se apresentar arena enorme e aberta?
Tuuuudo CERTO!

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